São 270 casos clínicos curados, organizados em 28 trilhas do ciclo básico à residência. Você conduz o caso como conduziria um paciente — hipótese, anamnese, exame físico, exames, conduta — com um tutor de IA cobrando o seu raciocínio a cada passo, no estilo PBL.

Não é um texto com pergunta no fim. É uma consulta, e você é quem conduz.
O caso abre com a queixa e mais nada. Levantar hipótese antes de ver exame é o passo que a prova cobra e que ler resumo nunca treina.
Você pergunta e examina — e o que não perguntar, não sabe. É onde o raciocínio clínico se separa da memorização de quadro típico.
Pedir tudo não é resposta certa. Cada exame tem indicação, e o tutor cobra por que aquele, naquele momento, naquele paciente.
A correção não é um gabarito: o tutor mostra onde o seu raciocínio desviou. Errar com explicação é o que faz o caso valer.
Os casos vivem em três frentes: Básico (fisiologia e as bases do raciocínio), Clínico (semiologia aparelho por aparelho, método clínico e populações especiais) e Residência (24 trilhas de urgência, clínica médica, cirurgia, pediatria, ginecologia e obstetrícia e saúde coletiva). Cada trilha tem um mentor, marca onde você parou e mostra qual é o próximo caso.
Assistir aula é reconhecer conteúdo; conduzir caso é produzir conduta. São habilidades diferentes, e a prova — como o plantão — cobra a segunda.
O aluno que só lê resumo costuma reconhecer o quadro típico e travar no atípico, porque nunca precisou decidir sem a resposta à vista. O caso força essa decisão antes de revelar qualquer coisa.
E o que sai do caso não evapora: o que você errou vira flashcard com revisão espaçada, e volta dias depois, quando já está quase esquecido.
As outras frentes do ProteusMED, cada uma na sua página.
A prova vem. O plantão vem. Crie a conta de graça, sem cartão, e comece pelo Desafio do dia — o Proteus já está de jaleco esperando você.